As aventuras diárias de uma mulher que já chegou aos 30, em cima do salto (do alto de um tamanquinho cor de rosa choque!) e FELIZ DA VIDA. Críticas, sugestões, experiências a compartilhar, receitas de pratos saborosos, por favor, escreva para meninasde30@yahoo.com.br.

Se eu fosse você ia lá olhar as coisas que ele vê quando olha para o céu...

Vou aqui e leio sempre (apesar de nem sempre comentar)...:

A patifariatotal
Balanço de dez em dez
Drops da fal
Enfim
Escrevira
Focando
Garotas que dizem ni
Lucidez embriagada
Mme. Mean
Mafalda Crescida
Megazona
Megeras Magerrimas
Mondo Redondo
Ninguém lê essa porcaria
Não discuto
The Garden
Urdidura

Pelo menos uma vez por dia...:

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MENINAS DE 30



Quarta-feira, Agosto 31, 2005

Não gosto de homem...



... que sai distribuindo elogio fácil para qualquer exemplar do sexo feminino que veja pela frente
... que me chame de querida depois de dois minutos de papo
... que não tenha opinião própria
... que não aceite mudar de opinião quando errado
... que peça para beijar
... que seja egoísta na cama
... que aperte a mão de um jeito frouxo
... que insista em pagar a conta quando eu insisto em dividir
... que queira ganhar todas as discussões
... que subestime minha inteligência
... que não saiba esperar a hora de dar o bote
... que me sufoque de atenção
... que não saiba apreciar um bom vinho
... que associe cinema a filmes de violência
... que não goste de dançar
... que esbanje os eu te amo

Será que faltou algum defeitinho imprescindível?


:: postado por Menina de 30 #10:30 PM


Terça-feira, Agosto 30, 2005

Quem pergunta o que quer...



Você está louca de vontade de comer um doce. Vai numa chocolateria suiça perto de casa disposta para o crime. Pede carolinas com recheio de avelã, acompanhadas de sorvete de banana caramelizada e calda de chocolate. Meia hora depois, chega o teu pedido. As carolinas são do tamanho de bola de gude. O recheio, por conseqüência, vem em quantidade tão irrisória que você nem consegue sentir o gosto. O sorvete é uma fatia de 5 x 5 cm. E a calda de chocolate vem em metade de numa xícara pequena de café. Para conseguir matar sua vontade de comer doce, você precisa pedir um bombom com recheio de creme de champagne. Aí, na hora de ir embora, a atendente (uma das sócias da chocolateria chique) pergunta se você gostou. E ouve em resposta olha, na verdade, não.. Não contente com a sua franqueza, ela diz puxa, mas eu até te estranho porque essa é uma das sobremesas que têm mais saída. A essa altura, já revoltada com a baixa quantidade de açúcar no seu sangue, você finalmente diz veja, a porção que vocês servem é tão diminuta que o gosto fica sutil demais para ser notado, mas estou certa de que para algumas pessoas isso deve bastar. E vai embora pensando quem pergunta o que quer, precisa estar disposto a ouvir o que não quer....



:: postado por Menina de 30 #2:39 PM


Domingo, Agosto 28, 2005

PARA ELA, POR ELA, COM ELA


Ela é forte como um tanque de guerra e frágil como uma taça de licor em cristal. Ela marcha imponente diante de uma multidão ensandecida e claudica nos becos escuros por que tem de passar de vez em quando. Ela cai e levanta tantas vezes que alguns ficariam tontos só de tentar contar. Ela ama com intensidade avassaladora e odeia com um simples olhar. Ela deseja e despreza em fração de cinco minutos. Ela bate e sopra para confundir. Ela é 100.000 vezes forte, mas chora em silêncio com medo. Ela acredita num futuro de conquistas, mas vive cada dia como se fosse o último. Ela é feita de falta de fôlego e longos suspiros. Ela ama ser abraçada, mas somente consegue se sentir verdadeiramente bem, às vezes, em sozinha. Ela dá gargalhadas fingidas e chora silenciosamente lágrimas sentidas. Ela tem uma estrutura de ferro, preenchida de calda de caramelo quente. Ela é incisiva e cortante; e doce e quente. Ela é tantas e apenas uma. Ela é ela. Ela sou eu. Ela é você. Ela é mulher. Ela é o que precisa ser.



:: postado por Menina de 30 #7:33 PM


Sexta-feira, Agosto 26, 2005

Tempo de profunda decepção



Não fui cara pintada, porque, com toda sinceridade, na época estava curtindo uma dor de cotovelo de lascar. Achava que o mundo ia mesmo acabar e, sendo assim, para que eu precisava me preocupar em destituir o presidente? Isso aí. Marquem a opção alienada e eu assino embaixo. Para me redimir, ainda que inconscientemente, entrei numa faculdade que me ensinou a pensar com o coração. Fui filha de uma geração de professores vermelhinhos, apaixonados, apaixonantes. No primeiro ano de Direito, teve copa e eleição para presidente e eu - antes orgulhosamente alienada - bati o pé, enchi a mala de adesivo e gritava, a plenos pulmões, Lula-lá. Percebi que tudo estava perdido sim, mas tinha fé de que, com alguma boa vontade e honestidade, tinha como achar. Novas eleições, agora na saída da faculdade. Último ano. Tanta coisa acontecendo naquele que foi o pior período da minha vida. Mas, fui trabalhar nas eleições e, como mesária, escreveu não leu, eu colocava a estrelinha no peito. Nova decepção. A vida me levou por tantos caminhos até as últimas eleições presidenciais. Naquela época, meus colegas de trabalho eram reacionários até dizer chega. Eu, que nem tinha vontade de discutir muito política àquela altura, virei a vermelhinha do escritório. Tudo bem. Porque, dessa vez, deu certo. Lembro de assistir emocionada as reportagens contando da vitória do Lula. Minhas lágrimas dançavam nos olhos enquanto via toda aquela gente festejando na rua a eleição de um presidente. Cinco anos de faculdade não me fizeram entender com tanta exatidão o que era cidadania, como compreendi naqueles dias pós-vitória petista. Sobrevivi com muita dignidade ao que veio depois. Aos comentários de que o novo governo era reacionário, às piadinhas, aos comentários maldosos, etc, etc, etc. Agora, nos últimos meses, me pego assistindo como expectadora distante toda essa podridão que pouco a pouvo vem à tona. Já vi manchetes virtuais falando em renúncia, impeachment e outras cositas mais. E sinto que as lágrimas dançantes foram embora. Não consigo chorar. E já me conheço bem o bastante para saber que as dores maiores são deglutidas aqui em silêncio - não saem pelos olhos. Tempo de profunda decepção.



:: postado por Menina de 30 #8:56 PM


Quarta-feira, Agosto 24, 2005

Eu digo obrigada


Porque no mundo há tantas pessoas intolerantes, mas outras tantíssimas recheadas de compreensão. Porque há tantos irresponsáveis, mas tantos que pensam duas vezes antes de tomar uma atitude drástica. Porque há tantos que ofendem sem pensar duas vezes, mas tantos que sempre tentam ser gentis. Porque há tantos que se fecham num mutismo resignado, mas outros tantos que apostam no diálogo. Porque há tantos que insistem em sinalizar um problema, mas tantos que apostam na solução.



:: postado por Menina de 30 #11:27 AM


Segunda-feira, Agosto 22, 2005

Procura-se um sócio


Já houve o tempo do príncipe encantado num cavalo branco. Já teve também o desejo do homem perfeito. Quantos foram os sonhos com os canalhas charmosos? E aqueles com os sapos engraçadinhos...? Chegou agora o tempo da sociedade. Da vontade de arrumar um parceiro de jogo. Alguém versátil que jogue em muitas posições. Zagueiro, atacante e bom goleiro. Piscada de olho na hora de armar a jogada do gol. Abraço apertado quando a bola entrar na rede. Procura-se um sócio. Alguém com quem dividir as despesas dos sonhos frustrados, das pequenas decepções diárias, dos grandes aborrecimentos, dos problemas que dependem de outros para serem resolvidos. Procura-se um sócio. Alguém com quem sonhar junto: uma casa cheia de amor, viagens cheias de mistério, futuro cheio de prosperidade. Procura-se um sócio. Alguém com quem partilhar os dividendos de uma vida plena: o sorriso terno de uma criança amada, a sensação de ter conseguido concretizar algumas conquistas, o quilo perdido depois de três semanas de dieta, a receita nova que deu certo. Procura-se um sócio. Alguém que esteja ali para todas as horas. Que seja duro quando for preciso e gentil sempre que der. Procura-se um sócio. Alguém que saiba se virar bem sozinho, mas nunca esqueça que faz parte de uma dupla. Procura-se um sócio. Admite-se flexibilização das cláusulas do contrato. Topa-se período de experiência. Pede-se que não demore a aparecer - ou se identificar. Porque jamais foram tão boas as perspectivas do que está por vir. E nunca se teve tanta vontade de dividi-las...



:: postado por Menina de 30 #4:09 PM


Sábado, Agosto 20, 2005

Da série diálogos curiosos



Putz. Você deveria ter inventado uma versão mais gloriosa, ter valorizado o teu passe, feito de conta que foi uma conquista árdua... Mas, não foi. Sem chance de alugação inútil, então? Pati, eu não gosto de alugação. Eu gosto de sinceridade.

E eu gosto de você.



:: postado por Menina de 30 #12:10 PM


Quinta-feira, Agosto 18, 2005

Mal querer


Sabe? A única coisa em que Eduardo acreditou a vida inteira foi no ódio. Foi fulminado por ele já nos primeiros instantes de vida, quando o médico lhe bateu na bunda para fazê-lo chorar. A partir disso, desenvolveu uma intolerância extraordinária a tudo e a todos. Odiava a mãe por deixá-lo sozinho em casa para trabalhar. Odiava o pai por ter sumido no mundo logo após a gravidez da mãe. Odiava a vó que cuidava dele com tanto pouco caso. E, diga-se, também odiava a irmã menor, que não perdia a oportunidade de lhe fazer um afago e lhe olhar com doçura em tantos momentos. Com o tempo, aperfeiçoou-se. Passou a odiar todos os colegas de escola, tão felizes em sua ingenuidade infantil. E os professores também, por tentarem fazê-los acreditar que podiam ser maiores do que aquela miséria sem fim que conheceram desde sempre. O ódio cresceu, cresceu, cresceu. Até virar paixão. Eduardo se apaixonou pelo ofício escolhido. Matava pessoas. Tirava-lhes a vida com enorme prazer. Porque naqueles momentos sentia poder imenso dentro de si. Tão grande, tão confortador, que quase conseguia lhe fazer esquecer seu desafeto maior. Quase não lembrava que, desde todo sempre, odiou, antes de mais nada, a si mesmo.



:: postado por Menina de 30 #9:47 PM


Quarta-feira, Agosto 17, 2005

Da série curiosidade mórbida



Se um novo louco aparecesse, determinando a destruição de todos os registros de filme do mundo (comédias, dramas, ficção, documentários, enfim, todos os gêneros), qual você pediria para salvar e por quê?



:: postado por Menina de 30 #10:03 PM


Terça-feira, Agosto 16, 2005

Do que eu quero ser para eles


Não há dúvida de que cada um faz suas escolhas. Uns buscam simplesmente a auto-afirmação. Outros fingem que são cientistas puros e perseguem um objetivo técnico, sem nenhum comprometimento emocional. Outros, espero, são como eu. Querem ser o máximo que puderem para eles. Ensinar, trocar experiência, estar lá para aqueles momentos de dúvida existencial, ser amiga e um pouco confidente. Porque essa é uma fase difícil, em que eles estão escolhendo modelos, fazendo escolhas no escuro que vão ter reflexos em toda sua vida. E, no escuro, é preciso ter apoio, é preciso ter alguém que segure a mão, que incentive. Também precisam de puxões de orelha pontuais, de alguma disciplina para se acostumarem ao tratamento que, em regra, terão em sua vida profissional. É essa que eu quero ser. Porque, estando do lado deles no escuro, eu também me sinto tão confortavelmente apoiada.



:: postado por Menina de 30 #10:18 AM


Sábado, Agosto 13, 2005

Apnéa


Quando criança, uma de minhas brincadeiras favoritas era ficar embaixo d´água, sem respirar o máximo de tempo possível, competindo comigo mesma para descobrir os limites da minha resistência. 20 anos se passaram. E cá estou, centenas de metros acima do nível do mar, prendendo a respiração há mais tempo do que consigo lembrar e me perguntando até quando vou conseguir continuar assim. Certos hábitos não mudam...



:: postado por Menina de 30 #9:14 PM


Quinta-feira, Agosto 11, 2005

Receita Murphy



Pegue uma porção de moço-atrevido-tudibom-que-você-pegou-várias-vezes-nos-últimos-10-anos. Misture com a timidez inicial de começar a dar aula numa faculdade diferente. Não esqueça de acrescentar, também, um momento compulsivo alimentar num dia de muita carência, em que você vai para cantina e compra um salgado e uma fatia de bolo de chocolate maior do que o Maracanã. Agora, para cobertura, utilize o cansaço dos últimos meses que já te levou a uma decisão: dar aula da mesma matéria no próximo semestre, para aproveitar os esquemas deste. Todos os ingredientes à mão? Então, seguindo o método Murphy, una-os com pouca delicadeza. O resultado? Um delicioso se-danou-otária-porque-vai-dar-aula-para-o-pega-antigo-no-próximo-semestre, saído quentinho na cantina da dita faculdade no intervalo entre aulas...

:: postado por Menina de 30 #5:41 PM


Quarta-feira, Agosto 10, 2005

Chuva



Às vezes, você precisa olhar pela janela e observar a chuva cair com força. Para se dar conta de que nada é estático, nada fica sempre no mesmo lugar. Às vezes, você precisa olhar pela janela e observar a chuva cair com força. Para perceber que a água caindo, do céu ou do rosto, não apaga as flores cor de rosa esperando a primavera. Às vezes, você precisa olhar pela janela e observar a chuva cair com força. Para enxergar a terra seca ficando úmida, insinuando a esperança de dias mais férteis. Às vezes, você precisa olhar pela janela e observar a chuva cair com força. Para sentir a água lavando as ruas, as calçadas, os carros que passam, as dores. Às vezes, você precisa olhar pela janela e observar a chuva cair com força. Para constatar que num determinado momento os pingos vão diminuindo devagar, na exata medida em que a chuva cumpre o seu papel. Às vezes, você precisa olhar pela janela e observar a chuva cair com força. Para concluir que, não importa quanto tempo ela dure, é inevitável que o sol apareça. Às vezes, você simplesmente precisa parar e olhar pela janela.



:: postado por Menina de 30 #1:18 PM


Segunda-feira, Agosto 08, 2005

ARITMÉTICA



Dois olhares para cá e um suspiro para lá. Lágrimas multiplicadas por cinco e elevadas à oitava potência. Pensamentos divididos em dez. Prós e contras somados e re-somados. Média simples de tudo isso. E o resultado a que chego, não importa se altero a ordem dos fatores, é sempre o mesmo. Não é possível sem você. A idéia é tão estranha quanto verão sem sol e férias sem sorvete. Tão absurda quanto vinho tinto em taça para licor ou acordar cedo no inverno. Sem você é como strogonoff sem creme de leite e papaia sem cassis. Ou champagne sem bolinha. Sem você é como mar de água de doce e caderno sem espiral. Banho de banheira sem espuma. Tênis sem meia. Consumo sem sapato. Música sem alegria. Sem você é como se todas as ciências perdessem a lógica. Intervalos de programa sem publicidade. Martelo no joelho sem reflexo. Felicidade sem riso. Tristeza sem lágrima. Vida sem amigo. Sem você tudo parece tão irremediavelmente sem sentido. E agora?



:: postado por Menina de 30 #11:43 PM


Domingo, Agosto 07, 2005

The way it should be



Domingo. Sol. Acordar tarde. Ovos mexidos com bacon. Zapping na TV. Amor na cama desfeita. Banho revigorante no chuveiro forte. Aconchego. Pôr do sol no parque. Cinema. Pizza napolitana. Vinho tinto. Risos compartilhados. Olho no olho. Promessa de uma nova semana. Segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado. Eu, você, domingo de novo.



:: postado por Menina de 30 #7:15 PM


Quinta-feira, Agosto 04, 2005

DO SENTIR-SE DIGNO



Ouvi, já faz um bom tempo, que a conquista de determinados patamares de vida dependia do sentir-se digno dessas conquistas. Na época, sinceramente, achei muito bonito de ouvir. Mas, não entendi lhufas. Achava que sucesso, em qualquer plano, era reflexo de merecimento. E, portanto, se você fazia por merecer, não importava como se sentia em relação a isso: a vida lhe devia o troco positivo. Perdi as contas das vezes em que me senti merecedora, esperando, em vão, uma recompensa que não vinha. Então, acabava assumindo aquela postura de vítima, sabe? Coitadinha de mim que batalho tanto e não conquisto o que quero. Há precisamente um ano, virei o jogo. Tomei decisões importantíssimas, movida muito mais por intuição profunda do que pela consciência real do que estava fazendo. Sentia que, em relação a alguns aspectos da minha vida, não tinha como continuar do jeito que estava, muito embora não soubesse exatamente para onde iria depois daquelas decisões. No fundo, acho, o que estava por trás era um sentimento muito forte de dignidade. Quer saber? Não dá para explicar. É uma sensação gostosa, inebriante até. Quando nos sentimos dignos de viver algumas coisas, parece que nos inflamos com uma coragem indescritível. O medo vai embora, junto com o receio de desagradar quem quer que seja. O sentimento de dignidade nos põe em primeiro lugar, acima de tudo e de todos. Ficamos com uma visão panorâmica da vida e, lá do alto, parece que nada é impossível, daí a coragem. A parte boa é que o sentir-se digno vicia ou, talvez seja mais certo dizer, contagia todos os planos da nossa vida. Nos faz desejar a satisfação total na vida profissional, na vida social, na vida amorosa... até que um dia você se pega conversando com o Homem Lá de Cima nos seguintes termos: Olha, Você está me olhando e sabe do que eu preciso. Você já percebeu tudo o que fiz, nos últimos tempos, para conquistar minha felicidade. Você viu a quantidade de coisas de que abri mão nos últimos tempos por conta disso. Então, agora, chegou a hora de você me dar uma mãozinha em relação a esse assunto. Porque eu estou perdida e nós dois sabemos que eu preciso me achar, PARA ONTEM...



:: postado por Menina de 30 #10:32 AM


Segunda-feira, Agosto 01, 2005

RAPIDITAS



A partir de hoje, minha vida está oficialmente do avesso. Alguém sabe um bom supermercado onde seja vendida disciplina? Estou topando qualquer versão: pílulas, xarope...

É tão engraçada a ansiedade que bate, quando nos deparamos com um projeto novo. Dormi quatro horas de ontem para hoje. E, apesar disso, rolou energia suficiente para duas horas de academia, das quais, aliás, meia hora foi de abdominais...

Pensei, pensei, pensei e descobri o melhor jeito de começar: do começo.

Murphy me ensinou que, na dúvida, é sempre melhor escolher a versão mais elegante. Pequenas lições, grandes utilidades...

Sabe aquela loja cara, em que você vai fazer suas compras-fuga, tentando se compensar de alguma coisa? Sabe quando todos os seus acessórios de parar o trânsito vêm daquela loja? Sabe quando a vendedora passou a te conhecer pelo nome? Pois então... a minha conta sabe.

Ontem, na despedida pré-dieta, comi uma tortinha francesa très chic. A cobertura/recheio era feita de pudim de chocolate branco e creme de amoras. Digamos que foi uma despedida inesquecível.

A partir de hoje, minha vida está oficialmente do avesso. Por favor, comecem a contagem regressiva comigo: seis meses...



:: postado por Menina de 30 #3:19 PM

(c) copyright by Civana, 2003