As aventuras diárias de uma mulher que já chegou aos 30, em cima do salto (do alto de um tamanquinho cor de rosa choque!) e FELIZ DA VIDA.
Críticas, sugestões, experiências a compartilhar, receitas de pratos saborosos, por favor, escreva para meninasde30@yahoo.com.br.
Meninas, a Vane escreveu, como havíamos combinado, a sua versão da nossa aventura exotérica, ocorrida na semana passada (para ler desde o início, please, olhar o posts do dia 22 e 23). Ficou um texto delicioso de ler, que não poderia deixar de ser publicado na íntegra!
Quatro amigas, quatro versões para a mesma história. Eu, particularmente, sou o cúmulo do desligamento (o mundo está caindo e eu continuo plantando bananeira) e não sei se me ative a todos os detalhes sensacionais desse evento. Mas mesmo assim vou sacramentar a minha versão para o ocorrido nesta quinta-feira, com o máximo de detalhes e fatos engraçados que a minha memória me permitir contar.
A Pati, a "bloggeira", nos contou que a sua incansável mãe (1) foi a mais uma cartomante, só que essa definitivamente era porreta. Acertou tudo e só faltou dar os números da mega-sena acumulada da semana que vem. Como todas nós estamos em momento de definições, uma ajudinha do além seria muito bem-vinda. Quando a Pati propôs que fôssemos lá, obviamente aceitamos.
Bem, chegando a hora do almoço nós quatro nos encontramos na casa da Tati e fomos procurar a casa da cartomante, que, segundo a mãe da Patrícia, ficava cinco quadras depois do lugar em que Judas perdeu as meias (as botas já tinham ficado mais para a frente). Obviamente a distância é uma das características de toda e qualquer cartomante básica. Se não for longe, não tem graça. Tem que ser bem longe para que nós possamos dizer depois que valeu a pena todo o sacrifício de ir até lá. E a casa deve ser, de preferência, pequena, com cheiro de incenso, umas imagens de santo e uma de um preto-velho (que a gente tem certeza que está nos acompanhando com os olhos) para completar. Aí sim, está toda a aura mística de uma verdadeira vidente.
A primeira característica se confirmou. Após seguir as coordenadas precisas da mãe da Pati (perto de um dos conjuntos Jardim Vergínia - que são 11 - tem uma rua com um nome esquisito. Aí vocês vão reto até não ter mais para onde ir) encontramos a tal da rua que deveríamos seguir até o fim. E efetivamente seguimos até o fim, passando por mansões, favelas, um carro abandonado - que possivelmente tinha dentro o corpo de uma mulher desesperada para ir na cartomante e que não achou o lugar - asfalto e chão batido, uma ponte... O desesperador é que, a certo ponto, os números começavam a regredir: a gente estava no 2.089 e a próxima casa era 1.070. Medo!!! Pensei: gente, numeraram a ruas nos dois sentidos!!!! Nós temos que ir ao nº 3.000 contando de que lado? Chegamos até mesmo a cogitar se não acabaríamos parando na Serra do Mar, embora estivéssemos indo na direção de São Luís do Purunã. Mas, finalmente, encontramos a casa da mulher.
A casa da vidente não tinha imagens de santo ou cheiro de incenso. Era uma casinha simples, sem forro no teto, e uma pessoa dormindo no chão da sala de espera, que também era a sala de visitas da mulher. Enquanto esperávamos, apareceu um gato e a Tati, que tem um quê de São Francisco de Assis, já catou o bichinho. A Pati Y, como dona de casa, olhou para as teias de aranha no teto e um vespeiro no telhado. Pati Blog ficou de olho no cara que estava sendo atendido. Eu, que estou transformando meu Pálio em um Peugeot 206 (2), particularmente olhava o carro da Pati e pensava quantos mini-riscos aquela estrada de pedra teria causado na pintura.
Ficamos decepcionadíssimas porque ela não poderia nos atender, já que teria que ira para Colombo e prestar consulta a uma pessoa muito doente. Nesse momento, meu pior lado veio à tona e pensei; ora, porque uma pessoa que está à beira da morte quer saber do seu futuro? Basta a mulher ligar para ele e falar que uma grande viagem o espera! Meus péssimos pensamentos se dissiparam quando a vidente falou que ia benzer o pobre infeliz. Ganhei mais um ponto na lista do capeta (3).
Na volta, obviamente a frustração imperava, principalmente para a Pati Y, que nunca tinha ido a um desses lugares. Não bastasse toda a aventura e a gasolina gasta, as doidinhas queriam voltar no dia seguinte, 7:00 da manhã lá!!!
A parte curiosa disso tudo é que eu (há 13 anos!!) a Pati e a Tati lemos cartas e mesmo assim fomos para o cafundó do Judas para ver o futuro! Falta de confiança? Teste? Confirmação de tudo aquilo que nós já vimos uma para a outra? Não sei que tipo de estranha sedução esse negócio místico causa em nós - especialmente em mim, que sou efetivamente uma pessoa bastante racional. As coisa não vão acontecer mesmo que a gente não saiba? Claro que vão. Mas o bacana disso tudo é saber se os "astros" estão a favor das coisas que a gente pretende fazer. Saber se o caminho que a gente tomou vai sair onde a gente quer. A gente sabe que constrói o próprio futuro, mas porque não contar com uma confirmaçãozinha divina?
Well, são 21:30 e a Pati acabou de me ligar, dizendo que ela e a Tati vão voltar na mulher amanhã de manhã. Não estou muito animada para acordar às 6:00 e estar lá às 7:00. Mas como é mais forte do que eu, coloquei o relógio para despertar.
(1) Segundo a Pati, a mãe dela conhece todas as cartomantes de Curitiba, e possivelmente mais de 90% das cidades vizinhas. "Com todo o dinheiro que a minha mãe já gastou em cartomantes, ela já poderia ter construído um futuro melhor".
(2) Já atropelei um motoqueiro (ninguém se machucou!) que deixou a frente do meu carro levemente amassada e agora estou tentando achar um elefante para sentar no meu carro. Se não conseguir, vou para o Simba Safari.
(3) Sempre achei que quando a gente faz uma coisa boa, Deus nos dá um pontinho. O mesmo faz o capeta quando a gente faz uma coisa ruim. E é isso o que define se sua alma vai para o Céu ou para o Inferno. Se der empate, você fica um tempinho no purgatório, para aprender o que é bom para a tosse, e depois vai para o Céu. E vai para o Céu porque o Inferno já está muito cheio.
Tomo a liberdade de encaminhar vocês para o blog da Tatilda, para ver uma outra versão do diário de uma aventura esotérica, que publiquei ontem. Ficou muito bacana e uma Canalha (o 'c' maiúsculo indica que estou me referindo à congregação - Clube das Canalhas) não pode deixar de prestigiar outra, quando a oportunidade aparece...
Montam a barraca e, depois de uma boa refeição e uma garrafa de vinho, deitam-se para dormir.
Algumas horas depois, Holmes acorda e cutuca seu fiel amigo:
- Meu caro Watson, olhe para cima e diga-me o que vê.
Watson, ainda acordando, responde:
- Vejo milhares e milhares de estrelas.
Holmes, então, pergunta:
- E o que isso significa?
Watson pondera por um minuto, depois enumera:
1. Astronomicamente, significa que há milhares e milhares de galáxias e, potencialmente, bilhões de planetas.
2. Astrologicamente, observo que Saturno está em Leão e teremos um dia de sorte.
3. Temporalmente, deduzo que são aproximadamente 03h15min pela altura em que se encontra a Estrela Polar.
4. Teologicamente, posso ver que Deus é todo poderoso e somos pequenos e insignificantes.
5. Meteorologicamente, suspeito que teremos um lindo dia. Correto ?
Holmes fica um minuto em silêncio e brada:
- Watson, seu idiota! Significa que alguém roubou nossa barraca!!!
'A VIDA É SIMPLES. NÓS É QUE A COMPLICAMOS'
Na boa, sem querer entrar em discussão filosófica sem fim, acho que a moral da história é outra: O ÓBVIO TEM PODER PARALISANTE, na maior parte das situações. Se a calça está mais apertada, o mais provável é que você tenha engordado (primeiro se pese, antes de culpar a tua máquina de lava-roupas ou o tintureiro). Se as pessoas estão na defensiva com você, muito provavelmente você tem estado numa maré de agressividade (ou seja, não é o stress que as tem deixado assim). Se, de uma hora para outra, o teu salário não dá para nada, talvez você esteja vivendo um padrão de vida que não é condizente com ele (essa vai para as amigas de guerra que entram em depressão dois meses depois de receber um aumento). Se as pessoas não agem com transparência, muito provavelmente estão agindo desonestamente ("o segredo é a alma do negócio" é um lema que somente pode ser justificado para empresas que trabalham com marcas e patentes industriais e/ou agências de espionagem internacional). Se a tua história de amor esfriou violentamente (e, a cada dia, te faz sofrer uma pequena ou grande decepção), muito provavelmente chegou a hora de virar a página.
Quantas vezes agente não fica inventando histórias para si mesma, para contornar essas conclusões óbvias? Eu perdi as contas das vezes em que agi assim. E, também, lembro do sem-número de situações em que amigas super-racionais, com idade mental e emocional de 129 anos* (viu, Patilda, lembrei de você!!!), agiram do mesmo jeito. Tudo porque (olha o clichê) a verdade efetivamente dói e é trabalhosa. Admitir certas coisas, significa admitir, por tabela, a necessidade de dar uma guinada na situação, de agir para que as elas mudem, porque nenhum ser humano, em estado mental perfeito, prefere optar conscientemente por sofrer. Acho que, por mais bem resolvida que você seja, em alguns aspectos da tua vida, acaba se acomodando, fingindo que não vê ou não sente certas coisas. Isso é natural, imagino. O duro é que, em determinadas situações, ficar passiva pode estagnar o teu crescimento. Seja profissional, seja amoroso, seja intelectual. E isso pode ser muito mais doloroso do que fazer algo para mudar. Quando as coisas chegam nesse ponto, você precisa concentrar todos os teus esforços nessa empreitada, inclusive, se for o caso, procurando ajuda externa (como, por exemplo, a de um terapeuta, de um grupo de ajuda, como o Vigilantes do Peso, etc).
Tenho perfeita noção de que esse papo pode estar parecendo para você aquela coisa de livro de auto-ajuda ou aqueles artigos de revista feminina que pensam poder mudar a tua vida em três páginas. Vou correr o risco. Passei tempo demais convivendo e lutando (com poucas armas) com o óbvio. Neste exato momento da minha vida, depois de ter resolvido encarar de frente determinadas questões, sinto que estou mais feliz pelo simples fato de ter acordado. Quem sabe, se você já começou a questionar alguma coisa que te incomoda, não vai encontrar a forcinha que faltava para tentar superá-la? Yes. Chame-me de pretenciosa. O risco de ser criticada é compensado pela simples possibilidade de ter dado um empurrãozinho para quem realmente precisava. Por todas essas razões, quero te fazer um convite:
HOJE, ANTES DE DORMIR, REFLITA SOBRE AQUELA COISINHA (OU COISONA) QUE TEM TE INCOMODADO HÁ ALGUM TEMPO. APROVEITE O EMPENHO E PENSE TAMBÉM POR QUE VOCÊ NÃO FEZ NADA PARA MUDÁ-LA. SE CONSEGUIR, PLEASE, NÃO PERCA A CHANCE DE PENSAR NA SOLUÇÃO. E COMPARTILHE, PORQUE ESSA MULHER DE 30 (QUASE) VAI GANHAR O DIA SE SOUBER.
Beijos e muita paciência comigo nesta hora (sim, mulheres de 30, como todas as outras, perdem o controle sobre o que dizem, alguma vez na vida)
* A primeira pessoa a dizer que a Patilda parece ter essa idade (apesar de só contar com 24 aninhos e ter a audácia de dizer isso com a cara mais lavada do mundo!!!) foi a Vive. Se, na próxima encarnação, você estudar Direito, vai entender que tipo de deformação mental isso pode causar nas pessoas. Quer ver um exemplo? Não conseguir escrever ou falar qualquer coisa sem citar a referência, com medo de ser acusada de plágio. A Vive, com certeza, não me acusaria... Eventualmente, entraríamos em um acordo quanto aos royalties (ehehehehe). Mas, não custa nada prestigiar a dona da sacada, né?
Moçada, esse poema é para quem está na UTI da vida, extremamente necessitado de um procedimento de urgência, para o coração continuar batendo e a mente sonhando.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto, quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão seu guru.
Morre lentamente quem evita a paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pingos sobre os ¿is¿ a um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam os brilhos dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações a tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor próprio, quem não se deseja ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se do azar ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de inicia-lo, não perguntando de um assunto que desconhece
ou não respondendo quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em suaves cotas, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples feito de respirar.
Somente a ardente paciência fará com que conquistemos uma plena felicidade.
Gente, na boa, estava morreeeeeendo de vontade de escrever, mas, foi engolida pelo cotidiano e acabei só conseguindo fazer isso hoje. Inspirada, inclusive, pelo novo blog de outra amiga queridíssima, a Tati, que recomendo a todos. Visitem-no: www.perolada.blogger.com.br. O nome já diz tudo. Do blog e da autora. O primeiro vocês vão constatar. O segundo vai ficar mais fácil de ver com uma breve (e indispensável) explicação. A Tati é daquele tipo de pessoa que brilha de dentro para fora, gente florescente que faz bem para quem tá perto. Ela tem um estoque permanente de coisas interessantes para dizer, mantido a partir de horas de leitura (e navegação por sites que só ela consegue achar!), que enriquece qualquer papinho básico - seja na mesa de um boteco, seja em um jantar francês regado a Veuve Clicquot. Ela vai numa livraria megastore para circular no fim de semana, a fim de alimentar a lista de livros que ela pretende comprar e ler, movida por uma curiosidade infantil (que contagia, eu garanto, todos os que estão perto). Sem falar, é claro, no brilho removível, que ela usa de um jeito inimitável. Se você um dia encontrá-la na rua, sem aquela super-poderosa maquiagem (no melhor estilo podem-olhar-é-isso-aí-eu-brilho-mesmo) e os aparatos "bijuterísticos" característicos, por favor, seja delicado, pois, certamente, ela está no meio de uma séria crise de sonambulismo (e qualquer abordagem brusca pode deixar seqüelas complicadíssimas). Enfim, a Tati é a Tati. Ela é uma história a parte, que mereceria posts e posts. Amiga, continue assim. Vamos todas chegar lá, afinal, 2003 é novo formato e novo sabor.
Vamos, então, àqueles itens básicos...
TODA MULHER DEVERIA TER...
... um velho amor que ela pudesse recordar... e alguém que lembrasse dela como uma pessoa especial...
... dinheiro próprio para poder ter um lugar só dela ... mesmo se ela nunca quiser ou precisar ir até lá...
... uma roupa perfeita para usar se o chefe ou namorado pedir que ela esteja pronta em uma hora...
amigas de guerra, vocês sabem que, dependendo do chefe e dependendo do homem, agente tem que ficar pronta em 10 minutos, porque a oportunidade pode ser boa demaisssssssssssssssss para perder! muita pressa nessa hora!
... uma juventude que ela tenha deixado para trás com satisfação...
... um passado interessante que a permita revivê-lo quando for mais velha...
... a percepção de que ela realmente terá uma velhice com algum dinheiro guardado...
... um jogo de chaves de fenda, uma furadeira e um sutiã preto de renda...
esse comentário é praticamente uma frase de guerra: PEITO É TUDO! se você ainda não teve a oportunidade de constatar, não perca tempo... passe a usar o seu melhor aliado!!!
... uma amiga que a faça sorrir... e outra que a permita chorar...
eu queria mandar um beijo para a minha mãe, para o meu pai, toda a minha família e para a Renatinha e a Ana Paulinha, que, junto com tantas outras amigas, cabem tão bem nessa definição
... um lindo móvel que não tenha sido herdado de ninguém da família...
na concepção técnico-jurídica, carro é bem móvel, portanto, se você tem aquele bichinho que te dá uma sensação de segurança gigantesca e te leva para tudo quanto é lugar, sinta-se realizada
... oito pratos iguais, copos altos de vinho e uma receita que faça com que seus convidados sintam-se honrados...
cebolinhas douradas é o bichooooooooooooooooooooooooo. juro que vou escrever um post só com essa receita!
... um recomeço que não seja desrespeitado...
... uma sensação de controle sobre seu destino...
tem coisa mais básica do que essa? precisava mesmo falar?
... cuidado com a pele e com o corpo para contrabalançar os outros poucos aspectos da vida que não melhoram após os trinta...
mulherada, correção necessária, por gentileza: pouquíssimos aspectos. não me canso de dizer: aos trinta, só não vai dar certo, se você não quiser que isto aconteça
... uma carreira sólida, um bom relacionamento e tantos outros aspectos que melhoram após os trinta...
inevitável: MUITÍSSIMOS OUTROS ASPECTOS QUE MELHORAM APÓS OS TRINTA. faz favor!
TODA MULHER DEVERIA SABER...
... como se apaixonar sem se perder...
... como ela se sente com filhos...
... como sair de um emprego, terminar um romance e discutir com uma amiga, sem destruir o relacionamento...
... quando investir ... e quando desistir...
se essa noção é particularmente difícil para você, no campo amoroso, talvez tenha chegado a hora de você ler "MULHERES QUE AMAM DEMAIS"... sinceramente? um dos melhores livros dos últimos tempos. permita-se. prometo que vai valer a pena.
... como pedir o que quer de maneira que irá conseguir...
... que ela não pode mudar o comportamento de suas panturrilhas, a largura dos seus quadris e nem o temperamento de seus pais...
essa é batida, mas, tem de ser repetida: o importante não é o que fazem de você, mas, o que você faz do que fazem com você.
... que sua infância pode não ter sido perfeita... mas já passou...
... o que ela faria ou não por amor...
alerta máximo! extremo cuidado! muita calma nessa hora... quando aparece a pessoa certa (nem que seja para aquele momento), as coisas dão certo. se não der, não interprete como um sinal de que você precisa aprender a lidar com desafios. simplesmente, não tem de ser. faça a fila andar. provavelmente, o próximo vai fazer melhor para você. e para a tua vida.
... como viver sozinha... mesmo que não goste...
... em quem pode confiar, em quem não confiar e porque ela não pode resolver tudo pessoalmente...
... onde ir... ficar com sua melhor amiga na mesa da cozinha... ou em uma pousada na floresta... quando sua alma precisa se acalmar...
... o que ela pode ou não realizar em um dia... um mês... e um ano.
ou em uma vida. li essa frase e lembrei, quase que instintivamente, de um amor louco, apaixonado, vivido há mais de 4 anos. a história mais marcante de toda a minha vida. só consegui seguir adiante pensando que, com certeza, na próxima (vida), vai dar certo. não estávamos prontos para tudo aquilo em caráter tão imediato. que pira, né?
Gente, tenho tantas outras coisas para falar. Estou transbordante. Prometo que volto amanhã. Logo cedo.